domingo, 25 de abril de 2010

PARABÉNS, SÃO JANUÁRIO!! 83 ANOS!!

Nesta última quarta-feira (21/04) o estádio de São Januário completou 83 anos de existência. A casa é o orgulho do clube e da torcida imensa bem feliz. Foi fundado em 21 de abril de 1927. Construído com o dinheiro arrecadado entre a colônia portuguesa foi o maior estádio do continente americano desde sua inauguração, em 1927, até 1930, quando perdeu o posto para o Centenário, no Uruguai.

Sua construção foi a resposta que os grandes clubes da época receberam, ao tentarem barrar a ascensão do time de negros e brancos pobres que, com o campeonato de 1923, havia conquistado o direito de figurar na elite do futebol carioca.

O Estádio de São Januário é um marco para o futebol, e um símbolo na história do Clube de Regatas Vasco da Gama.


No dia 21 de abril de 1927, o Estádio de São Januário ainda não tinha o anel que ligava a arquibancada às cadeiras sociais. O local só foi construído no ano seguinte

O Estádio de São Januário em quatro momentos. Da esquerda para a direita, no sentido horário: ato simbólico de inauguração do caldeirão; torcida se amontoa para acompanhar a primeira partida do Vasco na Colina; a fachada em 1927 e, por último, nos dias atuais

No antes e depois, a vista aérea do Estádio de São Januário, que nesta quarta-feira (21) completou 83 anos de vida. O local foi inaugurado no dia 21 de abril de 1927

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Quando Precisamos nos Afastar...


Li esse artigo e gostei muito, pois achei super completo com realção ao momento em que precisamos nos afastar de algo ou alguém.


Quando nos afastamos de algo para vê-lo melhor

:: Bel Cesar ::

O distanciamento saudável é uma atitude pró-ativa. Neste sentido, quando nos distanciamos de um sentimento, de uma pessoa ou de uma situação, não queremos romper nossos vínculos, mas sim harmonizá-los.

Márcia Mattos, durante um de seus cursos sobre Astrologia, comentou que para uma amizade existir verdadeiramente é necessário que as pessoas tenham a capacidade de saber manter uma distância entre elas. Neste sentido, quando uma oportunidade de crescimento surgir para o outro, temos a vontade natural de incentivá-lo a ir de encontro àquilo que é melhor para ele, mesmo que isto represente distanciar-se de nós.

O distanciamento saudável surge ao passo que sabemos apreciar o outro em suas diferenças, seja em sua personalidade ou em seus momentos de vida. No entanto, cultivar este espírito de eqüidistância num relacionamento entre amigos é bem mais fácil do que numa parceria amorosa ou na relação entre sócios. Afinal, o relacionamento de parceria cresce à medida que aumentamos o sentido de cooperar, de estar aliado ao outro.

Como parceiros, necessitamos do outro perto de nós, justamente porque na área em que atuamos juntos é preciso somar forças ao invés de prosseguirmos sozinhos. Enquanto parceiros temos que aprender a ceder, isto é, a abrir espaço para incluir o outro em nossa vida. Para tanto, precisamos frear o impulso costumeiro de agir isoladamente.

Apesar de vivermos numa sociedade que incentiva a autonomia e a independência, somos cada vez mais dependentes uns dos outros. Perdemos a habilidade tanto de nos aproximarmos como de nos distanciarmos adequadamente. Quando sentimos demais as dores alheias, perdemos nosso eixo de equilíbrio e bom senso. Sentir empatia por alguém não significa perder-se nele.

Não sufocar o outro com nosso amor, idéias e esperanças é um desafio que exige contínua vigilância. Acredito que um dos segredos para mantermos um distanciamento saudável, sem nos desligarmos afetivamente do outro, consiste em reconhecermos se estamos vivendo mais a vida dele do que a nossa própria.

Quando o humor do outro passa a reger o nosso, quando os projetos de vida dele não incluem as nossas ambições, ou simplesmente quando o desejo do outro por nós é que passa a definir o grau de atração que sentimos por ele, atenção: é sinal que já ultrapassamos os limites de um distanciamento saudável! Pois estas atitudes indicam que caímos nas armadilhas da co-dependência. Isto é, nos tornamos presas fáceis da força alheia, quando nos afastamos demais de nós mesmos e deixamos de sermos autênticos!

Cair no extremo oposto também gera conflitos: quando nosso distanciamento passa a gerar um ar de arrogância é sinal que perdemos novamente a medida justa. Infelizmente, muitas vezes escondemos nossa insegurança numa postura orgulhosa. Nestes momentos, em geral temos dificuldade em perceber o quanto nos tornamos antipáticos! Pensamos expressar para o outro segurança e autoconfiança, mas ele já percebeu e se afastou, porque nos tornamos cada vez mais arrogantes. Não precisamos nos colocar acima nem abaixo dos outros para nos validarmos.

Lama Gangchen Rinpoche costuma nos dizer que, para ter um relacionamento saudável com um mestre, precisamos agir assim como quando estamos perto do fogo: se nos aproximarmos demais iremos nos queimar, mas se nos distanciarmos muito iremos sentir frio e solidão.

Quando abandonamos a necessidade de comandar todo o espetáculo, as lutas de poder nos relacionamentos cedem. Finalmente, aprendemos a reconhecer o distanciamento saudável e assim sentimos a presença do outro como o calor do fogo que nos entusiasma a estar juntos!

Bel Cesar é psicóloga e pratica a psicoterapia sob a perspectiva do Budismo Tibetano.Trabalha com a técnica de EMDR, um método de Dessensibilização e Reprocessamento através de Movimentos Oculares. Autora dos livros Viagem Interior ao Tibete, Morrer não se improvisa, O livro das Emoções e Mania de sofrer pela editora Gaia.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

ALGUÉM ESPECIAL!!

Achei esse poema lindoooo...

ALGUÉM ESPECIAL!!
Tenho guardado na memória e no coração:
Cada olhar brilhante que trocamos,
Cada sorriso feliz que sorrimos...
Cada aperto de mão que nós demos...
Cada mensagem enviada,
Cada palavra dita...
Cada lágrima de alegria chorada
E cada música ouvida
E cada conversa que tivemos
Dentro da amizade, cumplicidade e afinidade tão grande...
Seria uma emoção de invadir o coração...
Saber que você guarda sempre em sua memória:
Que eu te amei, te amo e te amarei...
Pois não há distância que afaste um grande amor...
Nem tempo que faça esquecê-la (o)..
Nem barreiras que não sejam vencidas por Deus...
Mesmo que hoje você não consiga ver que é especial...
Você é muito especial prá mim.

(autor desconhecido)

domingo, 4 de abril de 2010

Salve, Salve Dodô!!

Num jogo bastante difícil o time da colina conseguiu chegar à semifinal da Taça Rio vencendo o time do Duque de Caxias por 4 a 3. O Vasco chegou a fazer um placar de 3 a 1 já no segundo tempo de jogo, mas permitiu que o adversário empatasse dando o maior susto a torcida vascaína que viu o sonho da classificação da semifinal do Carioca se distanciando. Eis que aos 32 min surgi o gol Salvador, numa tabelinha entre Elton e Dodô, o atacante bateu com tranqüilidade aproveitando a saída do goleiro Getúlio Vargas garantindo assim, a vitória do Gigante da Colina por 4 a 3 e fazendo a torcida vascaína respirar aliviada. Com a vitória, o Vasco chega aos 15 pontos como o segundo colocado no Grupo B. Na semifinal, o Vasco enfrentará o Flamengo, líder do Grupo A. O jogo ainda não tem data definida pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, mas tudo indica que será no próximo fim de semana (sábado - 10 de abril ou domingo - 11 de abril).

Salve, Salve Dodô!!

FICHA TÉCNICA

DUQUE DE CAXIAS 3 X 4 VASCO

Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data: 04/04/2010 (domingo)
Hora: 16h (horário de Brasília)

Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Árbitro Assistente Nº1: Wagner de Almeida Santos (RJ)
Árbitro Assistente Nº2: Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ)
4º Árbitro: Claucio Hermanos Félix Campos do Amaral

Público: 1.186 pagantes
Renda: R$ 26,800,00

Cartões amarelos: Faioli 16'/1ºT, Tinoco 20'/1ºT, Fábio 38'/1ºT, Mayaro 7'/2ºT, Junior
16'/2ºT, Maurinho 21'/2ºT (DUQ); Gian 29'/1ºT, Fágner 44'/1ºT (VAS)
Cartões vermelhos: Tinoco 36'/1ºT (DUQ); Nilton, 36'/1ºT (VAS)

Gols: Maurinho 15'/1ºT (DUQ), Fágner 16'/1ºT (VAS), Elton 21'/1ºT (VAS); Dodô 5'/2ºT (VAS);
Júnior (falta) 11'/2ºT (DUQ), Marcelo 18'/2ºT (DUQ), Dodô 33'/2ºT (VAS)

DUQUE DE CAXIAS: Getúlio Vargas; Dudu, Marlon, Tinoco e Fábio; Mayaro (Abel 26'/2ºT),
Leandro Teixeira (Juninho 33'/2ºT), Maurinho e Júnior; Faioli (Alê 37'/1ºT) e Marcelo.
Técnico: Álvaro Miranda.

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Thiago Martinelli, Gian e Márcio Careca; Nilton, Souza, Léo Gago
(Jumar 26'/2ºT) e Philippe Coutinho (Magno 43'/2ºT); Élton (Dedé 33'/2ºT) e Dodô. Técnico: Gaúcho.
Fonte: NETVASCO (ficha técnica)